dirlei baptista

Dirlei Baptista

Magistério Infantil e Fundamental; Bacharel em Teologia; Bacharel em Pedagogia; Licenciatura em Filosofia e Sociologia; Licenciatura em Educação Religiosa; Pós-graduada em Docência do Ensino Superior; Pós-Graduada em Neuro-psicopedagogia; Pós-Graduada em Psicopedagogia Clínica; Pós-Graduada em Neuro-psicopedagogia Clínica e Institucional e Mestranda em Teologia. Casada com o pastor Douglas Baptista, líder da ADMDF e do Conselho de Educação e Cultura da CGADB; Missionária da Igreja Evangélica Assembleia de Deus de Missão do Distrito Federal (ADMDF); Líder da União Feminina da ADMDF e Diretora Acadêmica do Instituto Brasileiro de Teologia e Ciências Humanas (IBTECH).

 

Mulher, não chores: teu consolo vem do Senhor!

As palavras de Jesus à viúva de Naim: “Mulher, não chores” (Lc 7.13) estavam carregadas de autoridade divina, compaixão verdadeira e poder restaurador. Em um momento de profunda dor, quando a morte calava toda esperança daquela mulher, Cristo se aproximou para consolar, restaurar e ressuscitar.

Este texto bíblico é um retrato do coração amoroso de Jesus por toda pessoa aflita — especialmente pelas mulheres que enfrentam perdas, lutas e silenciam dores que poucos veem. Neste artigo queremos lembrar que o Senhor Jesus continua a dizer: “Mulher, não chores”, porque Ele se importa com você.

Jesus Cristo vê a sua dor

Jesus não passa indiferente diante da dor humana. Ao chegar à entrada da cidade de Naim, Ele encontrou um cortejo fúnebre. No meio da multidão, Ele viu uma mulher, uma viúva, que chorava a morte do filho único. Jesus não viu apenas o luto — Ele enxergou o coração quebrantado daquela mãe. Isso nos mostra que o olhar de Jesus é pessoal e sensível.

O Senhor que viu Hagar atribulada no deserto, Ana desesperada no templo, e Maria chorando junto ao túmulo; Ele é o mesmo que enxerga a angústia da sua alma, suas lutas no silêncio do lar, e suas lágrimas escondidas no travesseiro. Nada escapa ao seu olhar de amor. Acerca disso, o salmista escreveu: “tu contas as minhas aflições; põe as minhas lágrimas no teu odre; não estão elas no teu livro?” (Sl 56.8)

Jesus se compadece do seu sofrimento

Ao ver o sofrimento daquela mãe, Jesus “moveu-se de íntima compaixão por ela” (Lc 7.13b). O termo grego traduzido por “íntima compaixão” descreve um movimento visceral de misericórdia — um sentimento profundo que brota do interior. Jesus não apenas vê, mas sente a dor alheia. Ele é o Deus que sofre conosco.

Diante das pessoas famintas, enfermas e enlutadas, Jesus sempre foi movido por compaixão. Sua misericórdia não é apenas um atributo — é uma ação redentora. Mulher, você não está sozinha. Jesus conhece a solidão da viúva, a ansiedade da mãe, a tristeza da filha, e a exaustão da serva fiel. Ele não ignora sua história — Ele se compadece com ternura e está contigo para lhe restaurar.

Jesus fala com autoridade e ressuscita a esperança

Jesus não reprimiu o choro da viúva, mas transformou o motivo dele. Suas palavras não foram uma exigência insensível, mas uma promessa viva de intervenção divina. Ele tocou o esquife, ordenou ao jovem que se levantasse: “e o que fora defunto assentou-se, e começou a falar” (Lc 7.14). E, Cristo devolveu aquela mãe seu filho ressuscitado.

Esse gesto revela que Cristo é o Senhor sobre a morte, sobre a dor e sobre a desesperança. Quando Ele fala, tudo muda. O choro da perda foi substituído pelo riso da restituição. O silêncio da morte foi rompido pela voz da vida. Assim, também hoje, Jesus pode ressuscitar sonhos, renovar forças, restaurar lares e trazer de volta o que parecia perdido.

Desse modo, Jesus continua dizendo: “Mulher, não chores” — não porque Ele ignora sua dor, mas porque Ele tem a solução. Confie! Cristo tem poder para transformar seu pranto em cântico e sua perda em testemunho. Ele que enxugou as lágrimas daquela mulher, há de enxugar as suas também.

Queridas, Deus vos abençoe, até mais!

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Dirlei Baptista 

*A CPAD não se responsabiliza pelas opiniões, ideias e conceitos emitidos nos textos publicados nesta seção, por serem de inteira responsabilidade de sua(s) autora(s).

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