Elaine Cruz

Elaine Cruz é psicóloga clínica e escolar, com especialização em Terapia Familiar, Dificuldades de Aprendizagem e Psicomotricidade. É mestre em Educação pela Universidade Federal Fluminense, professora universitária e possui vários trabalhos publicados e apresentados em congressos no Brasil e no exterior. Atua como terapeuta há mais de trinta anos e é conferencista internacional. É mestre em Teologia pelo Bethel Bible College (EUA) e membro da Academia Evangélica de Letras do Brasil. Como escritora recebeu o 'Prêmio ABEC de Melhor Autora Nacional' e é autora dos livros “Sócios, Amigos e Amados”, “Amor e Disciplina para criar filhos felizes” e o mais recente, "Equilíbrio Emocional", todos títulos da CPAD.

Sobriedade em meio ao caos

Sempre que o mundo vive algum caos, como as guerras mundiais ou as pandemias passadas, pesquisadores de várias áreas se debruçam sobre o comportamento humano.

A segunda grande guerra foi um período rico para pesquisas sobre traumas pós guerra, perdas e lutos, além dos estudos absurdos feitos em campos de concentração nazistas, que envolviam inclusive lobotomia parciais para o estudo da atividade cerebral. 

Durante esta pandemia estamos assistindo mais uma série de estudos sobre o comportamento humano, o que mostra que estamos de fato vivenciando mais um momento ímpar e crucial para a humanidade.

Muitas pesquisas estão sendo realizadas mundo afora sobre as consequências na vida econômica e doméstica das famílias. Com a alta do desemprego, a economia informal tende a crescer, e os acordos de trabalho podem ser modificados. Os jovens que estão se formando vão aprender a se adaptar a um mercado de trabalho diferenciado, e cada vez mais dependemos da misericórdia de Deus para direcionar nossa vida financeira e profissional. 

Mas são as pesquisas sobre comportamento familiar durante esta pandemia de COVID-19 que mais nos assustam. Aumentou o número de procura por divórcio no confinamento, cresceram os índices de violência doméstica e são altos registros de suicídio, sem falar nos aumento de remédios para depressão e ansiedade. No meio do caos, uma verdade se instaura: ter Deus é a única maneira para alguém conseguir sobreviver emocionalmente, mantendo a sobriedade necessária para equilibrar as dores do luto por pessoas queridas, com as perspectivas pessimistas das notícias. Ter a ciência de que Deus não perde o controle das situações do mundo nos faz respirar fundo, confiantes de que estamos nas melhores mãos. E é exatamente por isso que precisamos aproveitar este momento para fazer a diferença entre familiares e profissionais do nosso espaço de trabalho. 

Quando em casa, organize a rotina do seu lar. As crianças e adolescentes precisam manter seus horários de estudo e de lazer, pois grande parte deles está tendo aulas online. Enquanto permanecer o confinamento, aproveite para preparar comidas gostosas, doces que alegram o paladar, e refeições em família memoráveis. Selecione bons programas e filmes para assistir em família, com pipoca e muitos abraços.  E claro, não deixe de realizar cultos e orações!

No trabalho, esteja preparado para falar de Jesus e para orar por pessoas. É tempo de abordar os desviados, de pregar a paz sobrenatural da graça!

Se você estiver trabalhando, se puder, vá e volte ouvindo louvores que acalmem seu alma. Ao chegar ao trabalho, observe todas as regras de higiene e proteção, e acalme seu coração. Não se permita ser afetado por fake news, não se deixe ser dominado por notícias desnecessárias, e nem fique ansioso por coisas que não pode controlar. Sua mente precisa estar em paz, focada em saúde, em manter sua família unida e preservada de todo mal. 

Não deixe de se alimentar bem. Preserve uma boa noite de sono. Tome banhos demorados e cuide da sua auto estima. Aproveite o afeto dos que ama. Louve a Deus, cantando com toda a força dos seus pulmões. Declame os textos bíblicos que conhece a respeito da bondade e da soberania divina.

Fique em paz. Mantenha a sua sobriedade. Não fazemos parte dos estudos e das estatísticas que apontam para o caos: nossa alma vai bem, porque nossa fé vai bem. Nossas finanças e nossa saúde vão bem, pois nossa alma está bem. 

Para concluir, nada mais apropriado do que a saudação de João: Amado, oro para que você tenha boa saúde e tudo lhe corra bem, assim como vai bem a sua alma. (3 João 1.2)

elaine

Elaine Cruz 

*A CPAD não se responsabiliza pelas opiniões, ideias e conceitos emitidos nos textos publicados nesta seção, por serem de inteira responsabilidade de sua(s) autora(s).

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